Em ciências aprendi neste semestre sobre a importância das relações na natureza para o equilíbrio da vida. Aprendi que a argumentação é o ponto chave para demonstrar os conhecimentos adquiridos, e que é pela pesquisa que buscamos e realmente aprendemos sobre um assunto.
Há intima relação entre as diversas matérias trabalhadas na escola, sendo que o que aprendemos em uma servirá para a melhor compreensão da outra.
No texto sobre a argumentação, Maurivan Ramos diz “...a sala de aula é uma possibilidade de privilegiar a produção e a reconstrução do conhecimento dos sujeitos envolvidos, tendo em vista o desenvolvimento da argumentação colocando-nos como observadores na nossa práxis de viver. Aprender é aprender a argumentar. Aprender é argumentar. Se somos capazes de argumentar efetivamente sobre algo, a tal ponto de que os nossos argumentos sejam compreendidos e aceitos por nossos interlocutores, isso pode ser um indicador de aprendizagem”.
Nas ciências a argumentação é o que faz a diferença entre quem adquiriu o conhecimento, é uma capacidade que tem somente aquele se apropriou de algo e sabe explicá-lo, essa capacidade é importante na matemática para não ocorrer o tarefismo de realizar atividades mecânicas, sem entendimento, ou seja, assim como nas ciências, na matemática são as explicações acerca da resolução de um problema que apontam o aprendizado e não apenas o resultado. Diante da frase do mesmo autor já citado “Desenvolver a capacidade argumentativa também é assumir o comando da aprendizagem”, devemos ter em mente que aprender implica em pensar.
Desta forma me pergunto: Será possível atualmente trabalharmos conteúdos separadamente nas séries iniciais? Isso ainda é uma realidade nas escolas? Por quê?
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